Consultoria e Planejamento Previdenciário
Análise do histórico e do momento de requerer, antes de protocolar.
O valor de uma aposentadoria é calculado sobre o que está registrado no dia do pedido. Tudo o que ficou de fora, o vínculo que sumiu do sistema, o período rural sem documento organizado, o tempo especial nunca reconhecido, simplesmente não entra na conta.
Depois de concedido, o benefício não se recalcula sozinho. Existe revisão, mas ela tem prazo e nem sempre alcança tudo. Por isso a ordem importa mais do que parece: fechar o histórico e depois requerer não é a mesma coisa que requerer e depois tentar corrigir.
O que dá para fazer
Leitura do CNIS
O que já está registrado, o que está registrado errado e o que não aparece. É o ponto de partida de qualquer conta.
Levantamento de lacunas
Vínculo antigo sem registro, contribuição de autônomo não localizada, período rural e tempo especial ainda não reconhecido.
Simulação de cenários
Requerer agora, corrigir e requerer, ou aguardar, com o efeito de cada escolha sobre a regra aplicável.
Organização da prova
O que precisa ser reunido para que cada período conte, e onde esse documento costuma estar.
- Onde entra: Simulação
- Ponto de decisão da linha da vida contributiva. Vem depois de fechar o histórico e antes de qualquer protocolo.
- Prazo: Não há prazo para planejar, mas mudanças de regra podem alterar o cenário entre um ano e outro.
Requerer agora ou esperar mais tempo de contribuição?
Depende da regra em que você se enquadra hoje e daquela em que se enquadraria depois. É exatamente o que a simulação compara.
Preciso ir ao INSS antes?
Não. E costuma ser melhor organizar o histórico antes de protocolar, porque pedido mal instruído tende a ser negado.
Trabalhei sem registro. Esse tempo conta?
Pode contar, desde que reconhecido. O que decide é a prova, documento, testemunha e registro indireto.

